A história da escrava Anastácia diz que ela era uma escrava filha de negra com um homem branco e fruto de um abuso sexual.
Acredita-se que Anastácia era uma mulher de beleza rara, com seus olhos azuis e se negava a manter relações com um senhor de escravos e, por isso, foi obrigada a usar uma máscara de ferro e só retirá-la para comer.
Após intensos maus tratos, Anastacia adoeceu e foi levada ao Rio de Janeiro, onde morreu.
Anastacia é considerada mártir e santa em vários locais do Brasil, inclusive em Mariana, onde foi encontrada, na casa de Câmara durante o processo de restauração, uma carta, em que uma pessoa pede autorização ao prefeito da cidade para acender uma vela para a escrava em agradecimento à um milagre recebido.