Pelos caminhos da histórica Estrada Real, seja em uma caminhada ecológica, passeios a cavalo, de carro ou bicicleta, a 35km do centro de Mariana é possível chegar ao pequeno povoado conhecido como Santa Rita Durão.
O distrito nasceu diante da busca por minas de ouro pelos grandes grupos que invadiram o sertão das Minas Gerais no século XVIII. A busca, quase que fracassada por ouro, rendeu ao distrito a primeira denominação de “Inficionado” por volta de 1702. O termo, variante da palavra “Infeccionado”, era devido o pouco ouro e de baixo teor encontrado nas águas do curso d’água local.
A aventura em conhecer a localidade permite encher os olhos com belezas da história mineira e grandes paisagens naturais, e lhe permite transitar pelas páginas poéticas de escrita pelo Frei José de Santa Rita Durão, natural do distrito e nascido em 1720. O Frei José de Santa Rita Durão se tornou pioneiro da Literatura brasileira de um dos maiores poemas épicos brasileiros, o “Caramuru”.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Distante 46 km do centro de Mariana, a tranquilidade e o aconchego se estampam nas ruas da belíssima e histórica Boa Vista. O vilarejo fundado em 1704 anos mais tarde recebe o nome de Cláudio Manoel em homenagem ao seu fundador Cláudio Manoel da Costa, exímio poeta e advogado.
Além da bela paisagem que se mistura a obras arquitetônicas como antiga Capela Boa Vista, a Igreja Matriz de São Sebastião, a Igreja Nossa Senhora das Neves e a Casa Paroquial, o distrito também mantém suas tradicionais festas religiosas ao longo do ano como Festa do padroeiro São Sebastião, Festa de São José, Semana Santa e Mês de Maria. Os festejos reúnem fiéis de todos os cantos do Brasil.
Para os piqueniques, passeios e paquera você têm como opção a Serra do Coco, um belo mirante natural com uma vista de tirar o fôlego.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Próximo à Serra do Caraça e distante 19 km do centro de Mariana, atravessando os belos caminhos históricos da Estrada Real, o pequeno povoado surgiu quando os três irmãos, Tomáz Lopes de Camargos, João Lopes de Camargos e Fernando Lopes de Camargos encontraram ouro no ribeirão e se estabeleceram no local.
A localidade foi ganhando forma no início do século XVIII com a construção da Igreja de Nossa Senhora da Conceição, do Cruzeiro e das casas em estilo Colonial. Além de caminharmos pela história, o passeio pelo distrito também nos leva a apreciar a natureza com direito ao visual da Cachoeira de Camargos e pequenos lagos propícios a banhos, com profundidade máxima de 1,5 metros.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Lugar tranquilo, aconchegante e palco de uma das nossas maiores riquezas, a Sociedade Musical São Caetano, a 4ª banda mais antiga do Brasil, a 3ª de Minas Gerais e a Banda mais antiga da Região dos Inconfidentes.
No antigo povoado de São Caetano do Rio do Carmo, hoje Monsenhor Horta, a banda São Caetano embala a tradicional Festa do Vinho no mês de julho, quando o frio é um atrativo a parte. A estação ferroviária e a antiga Capela de Nosso Senhor dos Passos, junto a Igreja Matriz de São Caetano e seus grandes casarões formam, junto às belas paisagens, um dos mais importantes arraiais da Rota do ouro que margeia o Ribeirão do Carmo.
Distante cerca de 22 Km do centro de Mariana, visitar Monsenhor Horta é percorrer um passeio na história: os portugueses Caetano Pinto de Castro, Pedro Álvares Pereira e Manuel Monteiro Chassim, em 1836 uniram as freguesias de São Caetano e São Sebastião em apenas uma, tornando-o um dos mais aconchegantes locais de passeio atualmente.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Em meio às ruínas da Estação Ferroviária, a bela Igreja de São Sebastião e a singular Capela de Santa Teresa de Ávila, três monumentos do século XVIII, o distrito de Bandeirantes exibe a pacata e receptiva harmonia de ambientes do interior de Minas Gerais. A paróquia e o arraial de São Sebastião, fundado pelo sertanista Sebastião Fagundes Varela, são os mais antigos do Estado.
Berço do presidente da república Pedro Aleixo, o distrito fica a 12 km de Mariana, e cresceu paralelo ao Ribeirão do Carmo, formando um longo eixo tortuoso de aproximadamente 4 km, seguindo o curso d’água.
Lugar tranquilo para prosear com os amigos, Bandeirantes tem ainda diversos sítios e casas de temporada, ótimos para se divertir com a família e amigos. Os melhores roteiros e trilhas estão em território do distrito, e atraem centenas de ciclistas, jipeiros e motoqueiros aos finais de semana. A Cachoeira dos Rôlas, em terreno particular, também uma opção de lazer, com uma queda d’água de 15 metros rodeada por árvores de médio e grande porte.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Igreja Matriz de Bom Jesus do Monte, praça central e um quase exclusivo cruzeiro patriarcal de pedras compõem um dos cenários mais antigos e aconchegantes de Minas Gerais, no distrito de Furquim. Vindo do sertanista Antônio Furquim da Luz, que instituiu o arraial do século XVIII, o distrito se localiza 23km do centro de Mariana e é conhecido pela arte de pedra sabão.
Sua entrada com uma descida íngreme, cheia de curvas e lendas – como a estória da noiva de Furquim – faz adentrar em uma perspectiva da vida tranqüila, reconfortante, acolhedora.
Em 1º de janeiro comemora-se o dia do padroeiro do distrito, com festividades conjuntas entre a igreja e a comunidade, na espera da virada de ano, muito tradicional na localidade. Nesse período há uma programação diversificada, agregando às manifestações religiosas, alguns shows de músicas, leilão, espetáculos pirotécnicos e barraquinhas de comidas e bebidas. A festividade atrai muitos turistas e reúne a população da localidade e entorno.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
A Cachoeira do Brumado é uma paisagem inserida em área rural dentro dos limites do distrito de mesmo nome. Um moinho de 1913 e um gerador de luz instalado em 1957 vindo da Ásia, foram preservados e estão em plena atividade.
As demais construções de apoio aos visitantes existentes no entorno foram erguidas a partir da década de 1980, como o restaurante, o bar e os banheiros, além de espaço para estacionamento de veículos, colocação de mesas e cadeiras e playground.
Cercas de madeira separam o ambiente de socialização da cachoeira, dando também segurança aos turistas.
Dica: Além da cachoeira, desde o século XVIII Cachoeira do Brumado faz arte em pedra sabão, madeira e sisal.
Não deixe de conhecer os ateliês do Seu Adão e Miramar e a Associação de Artesanato de Cachoeira do Brumado. Atualmente a cachoeira encontra-se fechada para banho.
Endereço: Rodovia dos Inconfidentes – BR 356, KM 19, a partir do distrito sede até Cachoeira do Brumado
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Distrito mais próximo de Mariana, a 5 km do centro da cidade, Passagem permite que você faça uma viagem pela história vivenciando a saga e a sina perigosa dos homens que procuravam pelo ouro no interior das montanhas mineiras. Através de um passeio fantástico na Mina da Passagem, você pode se deliciar com uma emocionante aventura a 120 metros de profundidade. Em um troley, o mesmo carrinho sobre trilhos usado há mais de 200 anos, os visitantes percorrem uma extensão de 315 metros até chegar a um labirinto de imensas galerias suspensas por colunas de pedras.
Além da exuberante mina, Passagem de Mariana, também conta com belas construções arquitetônicas do século XVIII, inclusive a Igreja de Nossa Senhora da Glória. Bem próximo a linha de trem é possível ver ruínas de casas construídas por escravos.
O chamado “distrito cultural” abriga duas antigas corporações musicais, ateliês e produtores culturais de uma singularidade exemplar, que recebem visitantes constantemente e levam a cultura de Mariana por todo o Brasil.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana
Primeira capital, primeira vila, sede do primeiro bispado e primeira cidade a ser projetada em Minas Gerais. A história de Mariana, que tem como cenário um período de descobertas, religiosidade, projeção artística e busca pelo ouro, é marcada também pelo pioneirismo de uma região que há três séculos guarda riquezas que nos remetem ao tempo do Brasil Colônia.
Em 16 de julho de 1696, bandeirantes paulistas liderados por Salvador Fernandes Furtado de Mendonça encontraram ouro em um rio batizado de Ribeirão Nossa Senhora do Carmo. Às suas margens nasceu o arraial de Nossa Senhora do Carmo, que logo assumiria uma função estratégica no jogo de poder determinado pelo ouro. O local se transformou em um dos principais fornecedores deste minério para Portugal e, pouco tempo depois, tornou-se a primeira vila criada na então Capitania de São Paulo e Minas de Ouro. Lá foi estabelecida também a primeira capital.
Em 1711 o arraial de Nossa Senhora do Carmo foi elevado à Vila de Nossa Senhora do Ribeirão do Carmo. Em 1745 o rei de Portugual, Dom João V, elevou a vila a categoria de cidade, nomeada como Mariana, uma homenagem à rainha Maria Ana D’Austria, sua esposa. Transformando-se no centro religioso do Estado, nesta mesma época a cidade passou a ser sede do primeiro bispado mineiro. Para isso, foi enviado, do Maranhão, o bispo D. Frei Manoel da Cruz. Sua trajetória realizada por terra durou um ano e dois meses e foi considerada um feito bastante representativo no Brasil Colônia. Um projeto urbanístico se fez necessário, sendo elaborado pelo engenheiro portugues militar José Fernandes Pinto de Alpoim. Ruas em linha reta e praças retangulares são características da primeira cidade planejada de Minas e uma das primeiras do Brasil.
Além de guardar relíquias e casarios coloniais que contam parte da história do país, em Mariana nasceram personagens representativos da cultura brasileira. Entre eles estão o poeta e inconfidente Cláudio Manuel da Costa, o pintor sacro Manuel da Costa Ataíde e Frei Santa Rita Durão, autor do poema “Caramuru”.
Pioneira em comunicação, nas suas terras foi instalada a primeira agência dos Correios no Estado, em 1730. Na época conhecida como “Correio Ambulante”, ela estabelecia a comunicação entre Rio de Janeiro, São Paulo e a capital mineira.
Em 1945, Mariana recebe do presidente Getúlio Vargas o título de Monumento Nacional por seu “significativo patrimônio histórico, religioso e cultural” e ativa participação na vida cívica e política do país, contribuindo na Independência, no Império e na República, para a formação da nacionalidade brasileira.
Todo ano, em 16 de julho, Dia de Minas, o Governo do Estado de Minas Gerais instala-se na cidade, realizando cerimônia alusiva na Praça Minas Gerais que, pela harmonia e beleza plástica de seus monumentos, é um expressivo conjunto urbano da Minas colonial.
A extração do minério de ferro é a principal atividade industrial do município, forte geradora de empregos e receita pública. Seus distritos desenvolvem atividades agropecuárias e apresentam artesanato variado, expressando a diversidade cultural de Minas Gerais.
Tudo isso faz da “primeira de Minas” um dos municípios mais importantes do Circuito do Ouro e parte integrante da Trilha dos Inconfidentes e do Circuito Estrada Real. Uma cidade tombada em 1945 como Monumento Nacional e repleta de riquezas do período em que começou a ser traçada a história de Minas Gerais.
Fonte: Portal da Prefeitura de Mariana
O distrito de Padre Viegas ou Sumidouro, como é carinhosamente chamado, é lugar sossegado, com pouca gente na rua, sem pressa, onde criança ainda brinca livre na porta de casa. O nome do distrito é uma homenagem a um religioso que estudou no local quando menino, no Colégio Interno Padre Osório - um dos mais antigos do estado de Minas Gerais. No dia 12 de outubro celebra-se o aniversário de Fundação do distrito, o dia da padroeira da localidade, o aniversário do Coral Nossa Senhora do Rosário e do time de futebol local.
O distrito é sinônimo de hospitalidade e comida boa. Uma mistura de fubá, bacon, frango, calabresa e muito amor forma um delicioso prato muito conhecido para os moradores de Mariana: o Cuscuz. O tradicional Festival do Cuscuz recebe centenas de visitantes ávidos por provar essa delícia mineira e também acontece anualmente no dia 12 de outubro.
Localizado a 9km de Mariana, seu cenário, cercado por belezas naturais, vai do rústico ao clássico em mistura harmoniosa de construções históricas do século XVIII a extensas fazendas, assim traduzidas em versos pelo grande escritor marianense Cláudio Manuel da Costa, natural do distrito.
Fonte: Portal do Turismo de Mariana